HISTÓRIA E FOTOS JUAZEIRO,BA

 

"O trabalho com a memória e as relações entre a História e o Tempo Presente, oferecem chaves para releituras do Passado seguindo as necessidades atuais. É válido registrar o que se passou para propiciar margens de uma contemporaneidade profícua e um futuro cada vez mais brilhante e com mais acertos em decorrência do erros cometidos"

 




Conta-se que, em determinado ponto da margem direita do rio São Francisco, existia uma árvore frondosa e de muita sombra – um pé de juá. Os boiadeiros a transformaram em ponto de descanso, chamando o lugar de Passagem do Joaseiro. Aí se cruzaram os acessos fluvial e terrestre, caminho natural de bandeirantes, servindo de ligação entre Sul, Nordeste e Norte do país. Joaseiro foi criado em 1833, sendo que desde 1596 seu território já era percorrido pelo bandeirante Belchior Dias Moreira. Em 1706, chegada a Missão São Franciscana para catequizar os índios da região. Eles construíram um convento e capela com uma imagem da Virgem que de acordo com a lenda local, teria sido encontrada por um índio em uma gruta. Joaseiro foi elevada a categoria de Vila e posteriormente comarca, tornando-se cidade em 15 de julho de 1878 pela Lei nº 1.814.





O Joaseiro do Século XIX/XX













Ziziphus Joaseiro
Visto a 7 cores do Arco-Íris





Sísifo de Corinto foi um grego que tem sua biografia traduzida na superação da morte e no mito de seus incansáveis esforços. O nobre rei grego enganou a morte que Zeus havia lhe enviado, aprisionando-a e dispertando a ira e fúria dos deuses. A inveja das divindades pelo mais astucioso dos homens o levou ao castigo eterno em que consistia no árduo trabalho de rolar uma enorme pedra a que está amarrado por toda eternidade em uma montanha infinita próxima ao Olimpo. Colocada em suspensão sobre um rio de lágrimas e suor, a pedra sempre despencava porque era feita de chumbo e do regaço da planície. Nunca houve tamanho castigo para um único homem na Terra do que essa perda de liberdade, cansaço eterno e o desespero completo da esperança.

Ziziphus é hoje o gênero científico da árvore da vida, o Joaseiro. No sertão nordestino, perante à seca, é a única que se matém verde na paisagem árida com seus ramos tortuosos e repletos de espinhos. Tal atribuição é uma alusão ao mito de Sísifo onde o herói é transfigurado, apresentando o tema do desafio lúcido do homem que, em face de uma incriminação injusta, recusa qualquer ajuda sobrenatural. Ele luta para superar suas limitações. A força, a astúcia, a rebeldia e a resistência dos homens livres de todas as eras e nações contra a tirania dos deuses, seriam perfeitas para caracterizar a personalidade do juazeirense. Essa foi a motivação a qual deu origem ao nome da, até então, pequena povoação do Submédio São Francisco.

Da Suméria à Roma, da América ao Egito, de Halicarnasso à Joaseiro, em qualquer tempo, a narração do passado e a investigação dos fatos da extensa narrativa da bela história, sempre foram esfinges desafiando os homens. Tanto quanto o Brasil já era português antes de ser descoberto, também Joaseiro já pertencia ao futuro, desde antes ainda de a si mesmo descobrir-se. Os deuses se foram mas Sísifo ficou e a montanha foi erodida pelo tempo. Triunfou-se a esperança.





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- Vista da cidade de Joaseiro a partir da cidade vizinha -


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- Vista da cidade de Joaseiro em 1989 -



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- Vista da cidade de Joaseiro em 1995 -



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- Vista da cidade a partir da Ponte em 1997 -


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- Perspectiva a partir da Ponte -


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- Vista da construção do acesso a Ponte que corta a cidade -



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- Cais de Joaseiro -


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- Cais de Joaseiro em cheia do Rio São Francisco -


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- Perspectiva da cidade e Procissão de Bom Jesus dos Navegantes em 01 de Janeiro -


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- Cais do Porto e embarcações -





O atual município de Joaseiro povoado por índios quaisquais, galaches e outras tribos da nação Cariri, teve suas terras incluídas nos domínios da Casa da Torre dos Gárcia d' Ávila. O seu território foi percorrido, em primeiro lugar, pela bandeira de Belchior Dias Moréia em 1596, quando esse sertanista partia de Rio Real na Bahia, atravessando as montanhas de Jacobina, penetrando em terras de Queimadas e chegando à Barra do São Francisco. Descendo o rio apartir dessa cidade, chegou ao Salitre e se lançou em direção à Curaçá, Jeremoabo e Itabaiana em Sergipe, para chegar ao seu ponto de partida.

Francisco Dias d' Ávila nos atuais territórios juazeirenses procurava minas de ouro e se instala em Juremal aonde se trava uma grande luta contra os índios quaisquais e os galaches oriundos de aldeias em Pambu, Rodelas, Ibó e Aracapá, todos envolvidos no combate a pouco mais de quarto léguas do Rio Salitre. Os índios batiam fortemente e de modo feroz, entretando os bandeirantes os venceram.

Joaseiro, capital do baixo e médio São Francisco, surgiu nos fins do século XVII, ponto de passagem do cruzamento de duas velhas estradas interiores; a fluvial que é representada pelo rio São Francisco; e os caminhos sertanejos das bandeiras. O ponto exato desse cruzamento era denominado de Passagem do Joaseiro.






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- Vista da Zona Leste com destaque para a Estação do São Francisco -



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- Vista da Zona Oeste a partir do Cine Theatro -



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- Vista da Zona Oeste a partir do Cine Theatro com destaque a Igreja da Praça da Misericórdia -


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- Perspectiva do Estádio Juazeirense a partir da Igreja Matriz -


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- Perspectiva da Rua XXVIII de Setembro a partir do Cine Theatro -


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- Barcos no Cais do Porto -


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- Local de desembarque de mercadorias -


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- Transporte de passageiros juazeirenses -


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- Transporte de mercadorias e ao fundo construção da Ponte na década de 50 -


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- Balsas na Orla e ao fundo a Ponte já construída levanta para a passagem do Vapor que segue rio acima -





A navegação do São Francisco era feita, até os fins do século XVIII, por canoas e ajoujos. Depois vieram as barcas construídas por Francisco Longuim e passaram a navegar a saveiros, embarcações a vela denominadas de "paquetes". Foi em 1851 que o Saldanha Marinha navega pelas águas do rio das Velhas, naquele ano ele saiu de Sabará, desceu o rio e aportou em Joaseiro, seguindo até Boa Vista em Pernambuco.

A partir do ano de 1871 quando o Saldanha Marinho singrou às águas do São Francisco, na carreira do rio, os remeiros cantavam em versos e prosas as toadas de uma cidade luxuosa e faceira.

O barqueiro se encantava com a elegância das pessoas posicionadas no cais e rampas, as quais acenavam os lenços saudando os vapores da Viação Bahiana do São Francisco.
Não existia nas barrancas do "Rio do Ouro", um povo tão alegre, luxuoso e hospitaleiro. As platibandas das construções beira-rio atestavam à importancia da terra dos coronéis e barões apadrinhados dos governadores e deputados da capital Bahiana. O desenvolvimento social/político, acentuava-se no progresso em cada intendência e a cidade do juá, deixava de ser "Passagem" para orgulhosamente ostentar o título de "Capital do São Francisco".







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- Marinha. Joaseiro jácontava com sua Capitania dos Portos -


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- Os grandes barcos a Vapor eram onipresentes no lado bahiano. Fazendo o percurso Joaseiro/Pirapora frequentemente -


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- Um dos maiores e principais navios do São Francisco -


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- Eis o Vapor Wenceslau Braz desativado em 1975 e sucateado irresponsavelmente no porto da Franave de Joaseiro em 1981 -


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- Mestre Lula com vista da Igreja ao fundo -


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- Barco de Euvaldo no Rio -


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- Carregamento de bebidas pelo São Francisco -


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- Joaseiro como importante cidade portuária dotava de cenas comuns a essas, típicas de relatos literários -


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- Transformação do Vapor Saldanha Marinho que já chegou a navegar até no Rio Mississípi/EUA. Atualmente se encontra aberto a visitas na orla bahiana -


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- As carrancas eram colocadas nas embarcações para afugentar os maus espíritos, principalmente o Nego da Água. Foto da Orla em 1999 -








A estrada de ferro de Salvador ao São Francisco, chegou à Joaseiro em 1896. O fato se realizou ao som da Philarmônica 28 de Setembro com a sociedade juazeirense e suas figuras de destaque e prestígio social, citando os nobres cavalheiros: João Evangelista, Leônidas Torres, Aprígio Duarte, Henrique Rocha, Antônio Adri, Pedro Ventura Esteves, Figueiras Cavalcanti, Nonato Pita e Paes Barrêto.

O edifício da Estação de Joaseiro era um primor de arte, feito de Dr. Miguel de Teive e Argôlo, um ilustre engenheiro civil. A obra foi edificada sobre uma base de granito de quatro metros de profundidade, tinha sua frente voltada para o rio São Francisco com o intuito deste servir de espelho à sua majestosa fachada.

O prédio ocupa uma área de 532 m2, sendo 19m por 28m, tem dois pavimentos compostos por um térreo e outro assobradado. O térreo era ladrilhado a mosaico italiano e era dividido em salão de entrada, salão para passageiro de 1º classe e um outro salão para passageiros de 2º classe. Subindo, se observa o mármore chinês circundando o ladrilho desse pavimento. As escadas eram de madeira de lei com belos candelabros, havia também uma outra primorosa escada de cantaria guarnecida de um gradil de ferro.

A fachada da Estação do Joaseiro é encimada por vistosa e expressiva alegoria, forrada por duas gigantescas e bem trabalhadas figuras representando o Trabalho e o São Francisco, ambas assegurando uma roda com asas que era o emblema da Estrada de Ferro e do Progresso. Nas torres verifica-se uma estátua do Comércio e outra da Lavoura, símbolos das nações mais ricas do mundo.







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- Estação dos Lordes -


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- Velha Estação que se localizava na Beira do São Francisco -


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- Era um dos mais belos prédios da Bahia -


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- A mais movimentada parada da Estrada de Ferro do Sertão Bahiano -


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- Tamanha imponência em pelo sertão da Bahia -


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- Ao som do apito do trem a alegria do juazeirense contagiava os passeios e viagens pela Ferrovia -


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- Porém, em favor do Progresso, foi preciso demolir a Estação para a passagem da construção da Ponte. Na foto, o grandioso trabalho de derrubar a obra e a ponte encostando na margem bahiana -


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- Estrutura das Obras da Ponte chegando na Estação -


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- Vista dos fundos da Velha Estação que demonstra a necessidade de demolição em decorrência do encontro com a Ponte -


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- Depois de colocar abaixo o prédio, fizeram como acesso à Ponte. . . rampas . . . -




 





A Presidente Dutra liga Joaseiro ao estado de Pernambuco, construída na década de 1950, tem extensão de 801 metros sobre o rio São Francisco.
Foi a segunda ponte em concreto protendido (concretos com fios ou cabos de aço especiais de protensão) do Brasil. A execução foi feita por um consórcio entre a firma brasileira Estacas Franki Ltda. (de origem belga) e a firma francesa Entreprises Campenon Bernard. O projeto foi concebido por Eugéne Freyssinet e o cálculo foi desenvolvido na França, por sua equipe. A concorrência para execução desta ponte foi em maio de 1949.







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- Princípio da Construção da Ponte -


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- Pilares no rio. -


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- A execução foi feita em partes simultâneas -


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- Obras quase em finalização. -


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- Depois de pronta a Integração entre os juazeirenses e vizinhança passou a ser intensa -


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- Era o princípio da grande movimentação que atualmente ultrapassa os 50 mil veículos diariamente -


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- Perspectiva lateral -


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- Vista da Ponte a partir da orla bahiana -


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- Mesmo após a construção também tivemos nossos "altos" e "baixos" -


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- Os juazeirenses ficavam vislumbrados quando a Ponte levantava e o Vapor passava em um formoso vai e vem que já provocava engarrafamento como se vê na foto -




 




Muitos historiadores retrataram em suas obras, através de relatos, a estrutura urbana de Joaseiro que chamava atenção pelo bom gosto e cuidado.

"As suas construções em que se procuram observar certos gostos architectonico, a sua nova e boa egreja matriz, o theatro, uma grande praça arborisada, ruas extensas, commercio animado, porto profundo e amplo, exhibindo uma verdadeira frota fluvial, população alegre e activa davam-nos uma impressão tao favorável de progresso, de riqueza, de actividade que nos alegrava e nos levava a mudar de conceitos que vinhamos fazendo deste rio e dos seus adustos sertões. Tudo, com effeito, aqui concorre para tornar esta cidade um centro de activas transacções. Situada na encrusilha de duas grandes arterias de communicação interior. Notamos na população de Joazeiro a mais obsequiosa attenção e urbanidade. Nos demoramos e deixamos a cidade em direcção as Salinas de Casa Nova."
- (Theodoro Sampaio)

Os correios foram instalados em 21 de maio de 1836 intitulada de "Administração da Vila do Joaseiro". Após a revolução de 1930 ela foi extinta, houve então uma unificação com os Telégrafos, que chegou na cidade junto com a estrada de ferro em 1896.O primeiro serviço telefônico foi instalado pelo prefeito Aprígio Duarte. Em 1959 foi solenemente inagurado o órgão telefônico que serve a Joaseiro e a cidade vizinha, a central ficava na Praça José Inácio em Joaseiro.




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- Imponente Prédio da Prefeitura Municipal -


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- Prédio da Prefeitura Municipal e Coreto na Praça Barão do Rio Banco -


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- Praça Barão do Rio Banco. O Coreto foi destruído e em cima da praça construído o Colégio Ginásio Edson Ribeiro -


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- Ideal Palácio era o nome de tal estabelecimento de arquitetura arrojada de origem francesa -


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- Companhia de Navegação do São Francisco em Joaseiro -


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- Lojas no Centro da cidade -


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- Cine Theatro de Joaseiro -


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- Museo do São Francisco -


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- Mercado Municipal de Joaseiro -


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- Correios e Telegraphos do São Francisco -



 




O governador de Mato Grosso, Dom Rolim de Moura Tavares, primeiro Conde de Azambuja, passou a ser governador da Bahia. Tendo el-rei denúncias de que nas margens bahianas do São Francisco, havia grande quantidade de malfeitores, vadios e o domínio da bandidagem, expediu a Carta Régia onde se erigiu em vila a povoação do Joaseiro pela sua ascendente importância, mas ainda permaneceu sob a jurisdição da Comarca de Jacobina.

Entretanto o movimento pela independência persistia no povo de Joaseiro, o juazeirense sempre foi muito orgulhoso de seu progresso, uma elite aristocrática forte e imponente lutava pela emancipação do local.

Criada a Comarca de Sento-Sé, a então localidade desliga-se da Comarca de Jacobina e passa à jurisdição da nova comarca. Porém, algo ocorre em 1834, é criado o município de Joaseiro que já contava com uma capela e detinha o nome da Padroeira:

"Aos onze dias do mês de junho de mil oitocentos e trinta e quatro, pelas dez horas da manhã, nesta vila de Nossa Senhora das Grotas do Joaseiro, em casas preparadas para interinamente se fazerem as sessões da Câmara Municipal ... ficou instalada a Câmara determinando o dito presidente que de amanhã em diante continuarão as sessões." - (Joaquim José Pinheiro de Vasconcelos)





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- Antiga e Primeira Igreja de Joaseiro -


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- Praça da Primeira Igreja de Joaseiro e ao lado direito o Museo do São Francisco -


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- Essa é a segunda Igreja da cidade, a anterior foi demolida e essa foi erguida no lugar -


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- A imagem em frente é a Padroeira da Cidade Nossa Senhora das Grotas -


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- As torres são diferenciadas, uma é mais larga e outra mais fina. Isso porque foram feitas por executores diferentes. Um deles havia morrido e outro terminou a obra -


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- Essa é a perspectiva mais 'atual' que se tem com algumas mudanças em sua Praça -


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- De frente a Igreja, em sua praça, funcionava o Fórum da cidade -


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- O Fórum foi removido e construído em outro local nas proximidades do Centro da cidade com uma estrutura mais 'moderna' -


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- Construção que também se localizava na Praça dessa Igreja -


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- Casa do Bispo atrás da Igreja -



 


A Câmara Municipal promoveu a divisão administrativa do Município em Distritos.

Sede, demarcado da Barra do Salitre à Barra da Espanha. Inclue moradores do Riacho pelas fazendas Pedra d' Águia e Suçuarana;

Riacho, demarcada desde a Barrinha e adjacências até à fazenda de Maniçoba;

Maniçoba, demarcado entre Maniçoba à Barra do Curaçá.

O Município fica compreendido entre duas Freguesias, a de Sento-Sé e Pambu, sendo à cinco léguas do primeiro e catorze léguas do segundo.

Posteriormente vai ocorrer uma luta pelo aumento do território do município, visto o incômodo da população do rio Salitre e região pertencer à Sento-Sé, em virtude da grande distância que ia dessa margem à sede daquele município, enquanto que a distância para Joaseiro era de apenas duas léguas. Então a luta consistia em dilatar os limites em direção à Sento-Sé.

Joaseiro agora fica compreendido entre o Riacho do Salitre e o Riacho do Curaçá, ficando com vinte e duas léguas de comprimento e quinze léguas de largura. Então surge uma nova divisão dos distritos:

Primeiro, principia-se na Barra do Maurício até à Barra do Rodeadouro

Segundo, vai desde a Barra do Maurício até à Barra de Teodoro Luís compreendendo o Riacho da Cifra

Terceiro, da Barra de São Luís à Barra do Curaçá Grande

Quarto, da Barra do Rodeadouro até à Fazenda das Pedras






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- Praça da Igreja de Joaseiro e ao fundo o Rio São Francisco -


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- Visão lateral da parte Sul da Praça, nota-se a mencionada construção -


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- Rua Esquerda da Praça da Igreja com foco na calçada do Museo, o primeiro casarão na foto ainda existe e é uma clínica -



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- Praça da Misericórdia e ao fundo do Coreto, em destaque, a Santa Casa de Misericórdia -


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- Praça da Misericórdia e Coreto -


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- Perspectiva da Praça a partir da Santa Casa de Misericórdia -



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- Praça do Jacaré. A estátua em destaque é o Gigante Santigo Maior. A rua ao fundo é a Rua XXVIII de Setembro -


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- O Gigante ainda na Praça do Jacaré visto de frente. Ao fundo há o Prédio da Loja Maçônica de Joaseiro -


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- O Gigante foi transferido para outro local que atualmente é a Praça Santigado Maior de frente para o São Francisco -


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- Diz a lenda que o Gigante em 100 anos despertará e destruirá toda a cidade -




Joaseiro sempre foi uma cidade que despontava na liderança regional em relação a atração populacional por razões comerciais e centrais.

"A cidade do Joaseiro é com razão considerada o Empório do Sertão São Francisco. A sua zona de influencia commercial, que por um lado, atinge Cabrobó 203 kilometros rio abaixo, por outro Januaria 1054 kilometros rio acima, afecctando ainda os sertões do Piauhy por Oeiras e Paranaguá e os de Goyas por Palmas e Nactividade, é, sem dúvida uma das mais vastas do Brazil Central. O Joaseiro, que fica 575 kilometros ou 87 léguas do Porto de Bahia, é a mais curta travessia entre o mar e a secção navegável do alto São Francisco e , por essa razão, ponto terminal escolhido de grande linha férrea."
- (Theodoro Sampaio)






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- Ruas do Centro -


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- Rua e arborização nas proximidades da Igreja. Essas árvores ficaram gigantescas e até hoje lá estão -


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- A cidade já era uma das mais arborizadas do interior Bahiano -


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- Nota-se as calçadas padronizadas -


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- Já diziam os poetas a respeito da Organização e a preocupação com a Urbanidade do Joaseiro em pleno Sertão Bahiano -


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- Rua tradicional da Apollo, o centro comercial juazeirense -


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- Rua Santos Dumont que tangencia a Ponte -


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- Rua do Centro -


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- Rua Comercial -


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- Rua da Apollo, ao lado em azul a Loja Maçônica e vizinha a ela o Cine Theatro -







ABC ou cantiga dos Remeiros

"Joaseiro é da lordeza, Santana do cascalho, Riacho da carestia, Sento-Sé da nobreza. Remanso da valentia. Pilão Arcado, da desgraça. Xique-Xique dos bundão. Petrolina dos missais. Icatu, cachaça podre. A Barra só dá ladrão. Morpará, casa de palha. Bom Jardim da rica flor. Urubu da Santa Cruz. Triste povo da Lapa se não fosse o Bom Jesus. Carinhanha é bonitinha Malhada também é, Passa Manga e Morrinhos, Paga imposto em Jacaré. Januária é carreira grande, Corrente é meia carreira. Bate o prego em Santa Rita. E caga mole em Barreiras. São Francisco é pedraria. Feiticeiro em São Romão. Pirapora é terra da lama. Quando não é poeira é lama."- (Antônio Gonçalves)

Os remeiros contam que o pessoal de Joaseiro é da lordeza. Primam pelo vestir bem, a elegância é a marca de seu povo e suas construções remetem a sofisticação dos lordes. Em Santana só dá cascalho. Impera a carestia em Riacho (atual Casa Nova); Em Sento-Sé há uma família muito nobre e uma tribo de índios pacíficos, ambas denominadas Sento-Sé. Muita desgraça em Pilão Arcado, onde duas famílias, a Franklin e a Leobas, dispõem de corajosos jagunços. Em Xique-Xique há uma família muito grande, cujos membros tem ancas avantajadas. Icatu (atual Biraba) fabrica uma cachaça podre, de que não tomam os remeiros. Queixam-se da Barra, terra do barão de Cotegipe, salvo engano. Quando a barca atraca no porto da Barra, o ladrão, à noite, vem de anzol roubar o cobertor do remeiro. A família dos Marianos, muito rica, dona da vila, não permite a construção de casa de telha, só de palha, em Morpará (Ex-Casa de Palha ou Casa Velha), há lindas mulheres em Bom Jardim (hoje Ibotirama), razão pela qual os remeiros cantam "Bom Jardim da rica flor", Em Santa Cruz (hoje Paratinga), um velho cruzeiro constantemente cheio de urubus. Na Lapa, roubam durante a festa e ficam sem nada fazer até a romaria seguinte. Sempre foram bonitas Carinhanha e Malhada. O posto fiscal é em Jacaré (hoje Itacarambi). Os remeiros que sobem o rio com destino a Januária, consideram-se mais homens que os remeiros que descem o rio, de Januária a Santa Maria e a Barreiras, onde dá uma rapadura que é purgante para os remeiros. Quando nasce um em São Romão, a parteira joga-o à parede. Se cair será ladrão; se se agarrar à parede, feiticeiro. Em Remanso, quando dois se desentendem, amarram-se as camisas, o covarde não pode correr, morrem juntos. O cais de pedra à frente da igreja em São Francisco é obra da natureza: "São Francisco é pedraria"






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- Calçadão da orla antiga da cidade -


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- Movimentação no Cais do Porto -


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- Cais e ao fundo o prédio dos Correios e Telegraphos, o casarão da direita ainda existe -


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- Trecho do Cais, na extrema direita as torres da Velha Estação -


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- Era bastante comum os juazeirenses se debruçarem para admirar a beleza do Velho Chico e a movimentação das embarcações -


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- Vista do Cais para a Ilha do Fogo -


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- Vista geral do Cais -


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- Perspectiva a partir das embarcações, o casarão em destaque ainda existe -


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- Em períodos de cheias, os meninos pulavam do cais -


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- Andanças no cais -





Pelos trilhos e apitos dos comboios férreos viajavam: Presidentes da República, as novidades Cariocas e Paulista, o modismo importado da França e as etiquetas usadas nos saraus dos nobres salões do Impérios Brasileiro.A melodia orquestral da Lordeza embalava os requintados bailes dos clubes Apolo e 28 de Setembro, aveludando de orgulho e vaidade, o destacado carnaval de 1914, considerado o maior evento momesco no estado da Bahia. Essa expressiva denominação viajou na " Esteira do Tempo" como um legado patrimonial do povo juazeirense, que preservando sua história e memória na literatura e na lembrança, vivencia ainda hoje a "Joaseiro da Lordeza".




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- O juazeirense sempre foi muito festeiro e seguia a risco todas as suas tradições. Desfile em 7 de Setembro -


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- Inauguração do Obelisco na Praça Santiago Maior -


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- Festa de Ano Novo na década de 60 -


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- Retrato fiel dos antigos carnavais -


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- Carro alegórico com as 'miss' de cada Distrito -


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- Retrato fiel do tradicional Carnaval -

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- Evolução do maior e melhor Carnaval do Interior Bahiano -


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- Inauguração da Santa Casa de Misericórdia -


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- Jovens Estudantes da época -


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- Jovens Universitários da década de 70. Com destaque para Joseph Bandeira na extrema esquerda da foto, sendo prefeito duas vezes e atualmente deputado federal -


 



As águas do São Francisco estão querendo ir embora, mais as coisas bonitas que nele há, permanecem estáveis. São cantigas, são histórias, são poesias remeiras. Sobre cada lugar, cada cidade, um punhado de histórias que sai da boca dos remeiros. Daqueles que levam a barca aonde querem, subindo ou descendo, de vara no peito. Os remeiros e os marinheiros nos ensinaram muita coisa, pois estes, com aqueles, é que aprenderam a desencalhar os vapores. Os remeiros não choram a desgraça, cantam-na em versos, bebendo cachaça e comendo rapadura, daí a falsa impressão de felicidade entre eles.





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- Margem bahiana no Angary -


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- O Angary é uma vilda de Pescadores e até hoje persiste -


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- Clássica fotografia do Angary -


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- Além das Secas szonais, um dos maiores entraves da cidade de Joaseiro eram as enchentes do Velho Chico -


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- Enchente nas ruas comerciais -


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- Praça da Misericórdia no período das cheias -


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- As canoas eram o meio de transporte mais apropriado -


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- Estádio Juazeirense na inundação de 1949 -


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- Ajuda nas inundações -



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- As cheias faziam com que o Cais fosse ocupado por sacos de areia para impedir a passagem das águas -





"Joaseiro é uma cidade fascinante. Sempre respondo quando me perguntam sobre qual cidade que mais gostei, que é difícil, cada uma tem seus encantos. Mas foi em Joaseiro que encontrei mais pessoas ligadas em cultura, arte, pessoas bem politizadas, ligadas nos problemas reais do Rio São Francisco, e suas comunidades. Um povo alegre cheio de energia, uma mistura incrível na beira do rio, se está num mercado ao mesmo tempo se está no porto dos barcos."- (Antônio Gonçalves)




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- Praça Santiago Maior que hoje está diferenciada com a extinção do ladrilho e acréscimo de calçadão -


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- Estádio Juazeirense -


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- Antigo Banco do Brasil na orla da cidade -


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- Antiga Delegacia de Joazeiro -


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- Prefeitura Municipal foi transferida para o Prédio em destaque. A construção imponente deve-se ao fato de enviarem a Planta equivocada. Esse prédio era para ser construído em Belém do Pará -


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- Depois de tanto navegar o Vaporzinho (Saldanha Marinho) foi colocado em praça pública. Atualmente foi colocado na Orla Nova -


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- Direc 15 - Diretoria Regional de Educação -


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- Calçadão da Orla -


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- Vaqueiro juazeirense -


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- Centenário juazeirense. 100 Anos de Progresso -





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